"Enfim, depois de tanto erro passado
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.
É bom sentá-lo novamente ao lado
Com olhos que contêm o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.
Um bicho igual a mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com o meu próprio engano.
O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica..."
domingo, 6 de março de 2011
Past
Não sei nada de ti. Estavas sempre tão presente e num abrir e fechar de olhos, escapaste-me, agora eu pergunto-(m)(t)e, o que é feito de ti? Onde é que andas? Espero voltar-te a ver-te e perguntar-te o porquê deste silêncio. Já sei quais vão ser as tuas respostas, pois essas eu já as sei de cor, mas ainda assim vou querer ouvi-las e vou querer uma justificação. Até qualquer dia.
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